"Amor que é amor nunca morre,
Me disse um amigo.
Pra sempre eu guardei a lembrança
Do que ele falou.
E vendo os problemas do mundo,
Eu pensava comigo:
É gente que errou na procura
E se decepcionou.
E sempre que eu me interrogava,
Era a mesma resposta...
Amor que é amor nunca morre,
Eu tornava a dizer!
E em noites sem nuvens
Me vi contemplando as estrelas,
E, ao vê-las brilhar novamente,
É que eu pude entender:
Amor que é amor nunca morre!
Mas pode este fato se dar
Que as nuvens escuras do tempo
Por tempo sem fim não o deixem brilhar.
Amor que é amor nunca morre,
Este amigo repete.
Concordo e não vou contestar
Que não tenha razão.
Mas penso também que esse amor
Que hoje ganha as manchetes
É mais egoísmo que amor,
É loucura, é paixão.
E sempre que eu vejo
Ao redor essa facilidade
De gente que pede outra chance
Outro amor, outro lar,
Eu penso nas flores mirradas
Daqueles canteiros
Que algum jardineiro esqueceu
Ou não quis cultivar.
Amor que é amor nunca morre!
Mas pode também suceder
Que, assim como certas roseiras
Que não se cultiva, não chegue a crescer.
Amor que é amor nunca morre!
Mas pode também suceder
Que, à falta de quem o cultive,
Ele viva pequeno e não chegue a crescer."
Amor nunca morre - Pe. Zezinho.
Me disse um amigo.
Pra sempre eu guardei a lembrança
Do que ele falou.
E vendo os problemas do mundo,
Eu pensava comigo:
É gente que errou na procura
E se decepcionou.
E sempre que eu me interrogava,
Era a mesma resposta...
Amor que é amor nunca morre,
Eu tornava a dizer!
E em noites sem nuvens
Me vi contemplando as estrelas,
E, ao vê-las brilhar novamente,
É que eu pude entender:
Amor que é amor nunca morre!
Mas pode este fato se dar
Que as nuvens escuras do tempo
Por tempo sem fim não o deixem brilhar.
Amor que é amor nunca morre,
Este amigo repete.
Concordo e não vou contestar
Que não tenha razão.
Mas penso também que esse amor
Que hoje ganha as manchetes
É mais egoísmo que amor,
É loucura, é paixão.
E sempre que eu vejo
Ao redor essa facilidade
De gente que pede outra chance
Outro amor, outro lar,
Eu penso nas flores mirradas
Daqueles canteiros
Que algum jardineiro esqueceu
Ou não quis cultivar.
Amor que é amor nunca morre!
Mas pode também suceder
Que, assim como certas roseiras
Que não se cultiva, não chegue a crescer.
Amor que é amor nunca morre!
Mas pode também suceder
Que, à falta de quem o cultive,
Ele viva pequeno e não chegue a crescer."
Amor nunca morre - Pe. Zezinho.
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